quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Entre bolinhas, bolotas e bolões.....

Já estava com este post pronto, afinal "Macarrão com Bolinhas" é a minha especialidade que a Helô mais gosta. Ela sempre pede: "mãe, faz macarrão com bolinhas..." Eu não faço com tanta freqüência porque o marido não gosta muito, aliás nem de macarrão prá ser sincera, mas às vezes ele topa. Só que desta vez a história é outra, esse vai homenagear uma grande amizade, que saiu em parte do virtual, já que não nos conhecemos em carne e osso, mas telefone tá aí prá isso. Conversamos muito na última terça-feira, só paramos quando o marido dela chegou e o meu já estava dormindo fazia tempo.....
É engraçado como essas coisas acontecem, conhecemos alguém de um modo tão impessoal como a internet, onde tudo pode ser faz de conta (o que é um grande aliado para quem não quer se mostrar) e de repente nos identificamos de cara, a ponto de convidar essa pessoa para fazer um blog, fazer negócios e fazer parte da sua vida. Pode parecer loucura, mas esse micrinho meio lentium às vezes, que me dá uma grande dose de ódio e vontade de quebrá-lo, me traz também muitas coisas boas. Uma dessas foi a Fernanda, para os íntimos Nana, essa menina que tem um tanto de coisas em comum comigo e não sei como não nos cruzamos antes. Trabalhamos em empresas próximas, quase do lado, nossos maridos amam aviação, culinária é nossa paixão e temos sonhos em comum. Falamos praticamente a mesma língua, pensamentos parecidos, como pode um negócio desses? Então precisei escrever este post para ela hoje e dedicar meu macarrãozinho bem italianinho e de coração. E dizem que comida é só comida, comida é mais que alimento para corpo, é alimento para a alma, é compartilhar, e compartilhar é o que vale nesta vida. Bons amigos em volta de uma mesa, tem coisa melhor?
Fer, também adoro você! Ai, que piegas isso.... hahahaha. E ela ainda me liga e fala: "diz que você chorou....". Abusada esta menina.

Macarrão com Bolinhas da Helô ( mas que hoje é da Fernanda)
(inspirado na Revista Claudia Cozinha - 10/2005)

Ingredientes:
(minipolpetas)
500g de patinho moído
1 ovo
1/4 de xícara (chá) de aveia
1/4 de xícara (chá) de farinha de rosca (usei feita em casa)
2 colheres (sopa) de salsa picada
Raspas de 1 limão
Sal e pimenta à gosto
1 pitada de noz-moscada ralada
1 pitada de canela em pó
(macarrão)
400g de macarrão ninho
2 xícaras de molho ao sugo pronto (essa é um boa receita)
Queijo parmesão à gosto
(para fritar as minipolpetas)
1 colher (sopa) de azeite
1/3 de xícara (chá) de manteiga

Preparo: (mini polpetas) - Misture todos os ingredientes, faça bolinhas do tamanho de uma azeitona. Doure-as na mistura de azeite e manteiga, em fogo médio e escorra em papel absorvente. Reserve.
(molho) - Aqueça o molho ao sugo em uma outra panela, junte as minipolpetas e cozinhe por 5 minutos.
(montagem) - Cozinhe o macarrão conforme instruções da embalagem. Escorra, misture ao molho e polvilhe com o parmesão. Sirva a seguir.

PS: A Ally é a sua cara mesmo...espero que tenha assistido e gostado. Até as músicas aparecem prá você como aparecem para ela.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte"

Como sempre descubro as boas novas pelo Manga, minha amiga Nana é super bem informada e relacionada, sinceramente não sei como ela consegue, faz mil coisas e tá sempre por dentro de tudo, eu só preciso ler o blog dela e descobrir o que há de novo. Pois bem, descobri essa hoje!
A Monica Loureiro lançou um desafio no seu blog, o Inventadeira de Moda, que consiste em enviar por comentário do blog dela ou e-mail
(monicaty.monica@gmail.com)
uma lista de 10 filmes e 10 músicas, todos do bem, que tragam bons sentimentos, nada melhor que esta época do ano para pensar em coisas boas que nos fazem bem. Então aqui vai a minha lista de coisas que eu amo, filmes e músicas:

O Nome da Rosa

Este filme é o meu preferido, acima de qualquer outro, uma história com muito suspense, crimes, em uma época onde tudo era proibido, até um amor. Sean Conery, como sempre impecável, uma história envolvente com final que surpreende.

Patch Adams - O Amor é Contagioso

Esse é um dos meus clássicos preferidos e mostra que apesar das coisas ruins, nunca devemos desistir. Esse homem entrou para cursar medicina com idade onde a maioria das pessoas já está formada, com histórico de doença mental e mesmo cercado de preconceitos, com perda de um grande amor e muitas dificuldades ele venceu e se manteve irreverente, com alma de criança e vontade de fazer a diferença no mundo. Uma lição de vida.

Um Homem de Família

Como seria bom ter a chance de recomeçar, não é? Neste filme Nicholas Cage tem uma vida cheia de trabalho, é rico e tem tudo o que quer menos um verdadeiro amor. E um belo dia ele acorda casado com seu amor de adolescente, com uma vida completamente diferente e tudo começa a mudar. Quer coisa mais legal que poder ter uma segunda chance?

A Lista de Schindler

Se tem alguém que chorou vendo esse filme fui eu, apesar de saber da dor da guerra, nos reconforta conhecer a história de alguém que perdeu tudo em prol de algo maior, a vida de muitas pessoas.

O Óleo de Lorenzo

A história é motivadora, um casal com um filho maravilhoso portador de uma doença rara. O filho havia sido desenganado pelos médicos, mas esses pais não iriam deixar seu único filho morrer assim e lutam para mudar opinião de médicos, cientistas e de toda uma comunidade e após muita batalha, muito estudo e sofrimento a recompensa vem da melhor forma: a vida do seu amado filho.

À Procura da Felicidade

Prá quem não está acostumado a ver Will Smith em um drama vai se surpreender. Essa é a história de um cara que tenta várias vezes, que tinha tudo para dar errado, mas que encontra o seu caminho, apesar dos outros. E olha que não foi fácil....

A Corrente do Bem

Se todos nós pudéssemos fazer 3 boas ações e exigir o pagamento em outras três boas ações para outras pessoas que necessitassem o mundo seria muito melhor....

Sociedade dos Poetas Mortos

Todos deveriam ter um professor tão inspirador quanto aquele. Interpretação maravilhosa de Robin Williams. Carpe Dien.

Central do Brasil

Grande filme, excelente atriz, uma história brasileira, com uma viagem incrível pelo coração do Brasil. Deveria ter ganho um Oscar.

Bonequinha de Luxo

Audrey Hepburn era o que poderíamos chamar de dama. Uma mulher incrível, linda, refinada e boa atriz. E esse filme é um clássico, quem nunca pensou em Breakfast at Tiffani's após ver esse filme lindo, comovente.

Ufa, que difícil.... agora vamos às músicas...

Moon River - Audrey Hepburn



Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda - Kid Abelha



Alma - Zélia Duncan



Cuide Bem do Seu Amor - Paralamas



Your Love Is King - Sade




Ain't No Montain High Enough - Marvin Gaye & Tammi Terrell



Somewhere Over The Rainbow - Israel Kamakawiwo'ole



Amor Prá Recomeçar - Frejat



Upside Down - Jack Johnson



Bubbly - Colbie Caillat



Foi difícil escolher 10 de cada, mas enfim consegui. Adorei, já estou me sentindo melhor....

Os pêssegos que viraram pão.


Nunca havia imaginado fazer pão com pêssegos, mas foi irresistível. Encontrei uma receita de Küchen de Nectarina em um livro que minha mãe me deu chamado "O Livro dos Pães". Estava olhando o meu presente, o qual ganhei há uns dois meses e não me aventurei a fazer nada dali. Aliás, tô meio parada esses dias, sei lá, está tudo tão comum, são raras as vezes que estou fazendo coisas diferentes, e esta é a época, Natal é inspirador, mas a preguiça anda maior. Vamos ver se me animo, a casa já está enfeitada e tal, mas ainda não entrei no clima. Mas voltando ao pão, não tinha nectarinas e nem marzipan, mas tinha pêssegos, então entrou em campo a tal da improvisação. Fiz o pão com os pêssegos cheirosos e doces, mas ainda faltou alguma coisa. A massa não ficou com gosto de massa doce, apesar de ter aumento a quantidade de açúcar e só não coloque mais por medo de dourar demais na hora de assar. Acho que a falta do marzipan também fez a diferença, já que daria aquele sabor característico de amêndoas. Mas a massa é muito boa, fofinha, macia e o pão ficou gostoso, só achei que faltou um toque de algo. Vou ter que fazer a versão original prá saber se dá diferença. Segue a versão original da receita com as minhas modificações.

Küchen de Nectarina e Marzipan (a minha versão - Küchen de Pêssegos e Passas)
(O Livro dos Pães - Sara Lewis)


Ingredientes:
(massa)
300g de farinha branca forte (usei farinha de trigo especial)
2 colheres (sopa) de manteiga
1/4 de colher (chá) de sal
25g (2 colheres sopa) de açúcar (usei o dobro)
1 colher (sopa) de leite em pó (não usei)
Casca de 1 limão ralada
3/4 de colher de chá de fermento biológico seco
1 ovo batido
150 ml de água (usei metade água e metade leite)
(cobertura)
125g de marzipan pronto, grosseiramente ralado (não usei)
500g de nectarinas maduras (usei pêssegos)
25g (2 colheres sopa) de manteiga derretida
2 colheres (sopa) de açúcar
50 g de uva passa demolhada em rum (adicionei)
(decoração) - não usei
Flocos de amêndoas torrados
Açúcar Refinado

Preparo: (MFP) - Coloque na forma com o batedor o leite com a água, o ovo, a casca de limão, o açúcar e 200g de farinha. Faça um furo no centro da farinha e coloque o fermento. Coloque para bater no ciclo amassar e verifique se precisa de mais farinha. Quando massa ficar com formato de bola, junte o sal, deixe bater para mistura e junte a manteiga. Espere o ciclo terminar e retire a massa da máquina. Coloque a massa em superfície levemente enfarinhada, retire o ar da massa e coloque me forma de torta de 28 cm de diâmetro, com fundo móvel, untada com manteiga.
Salpique o marzipan sobre a massa (pulei esta parte). Corte as nectarinas (no meu caso pêssegos) ao meio, retire o caroço, corte em fatias grossas e arrume sobre a massa. Deixe crescer, sem cobrir, em local quente (coloco um copo com água no microondas, esquento por 1 minuto e coloco a massa dentro do micro com o copo) e deixe crescer por 40 minutos ou até que a massa cresça novamente (dobrar de volume).
Pincele as frutas com manteiga, polvilhe com açúcar (e as passas) e asse em forno pré-aquecido 200º por 15 minutos. Cubra com papel alumínio e reduza temperatura do forno para 180º e asse por mais 35 a 40 minutos até que a base esteja assada por completo. Deixe descansar na forma por 10 minutos antes de desenformar. Decore a seguir.


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Bolinhos de arroz, minha versão assada.


Estava lendo o post da minha amiga Nana (Manga com Pimenta) sobre bolinhos de arroz, algo que acho que muitas pessoas conhecem e fazem. É uma coisa legal, porque podemos reaproveitar o arroz que sobrou e fazer algo diferente, já que esquentar arroz não faz com que ele fique, digamos, agradável. Os da minha avó eram imbatíveis, mas tem um detalhe que me impede de comer bolinhos de arroz: eles me dão dor de cabeça. Não sei, isso começou lá pelos 20 e poucos anos e até hoje se como mais de um (difícil não comer o segundo ou terceiro) a danada vem com tudo. Eu adoro esses bolinhos, mas além do problema da dor, há o fato da fritura, que não os torna os mais saudáveis. Então pensei cá com meus botões, "será que se eu assar dá certo?" E dá....
Que bom, esse posso comer sossegada, quer dizer, nem tanto, ele não deixa de ser calórico, só fica um pouco mais leve. Mas óbvio, a textura é diferente e o sabor muda um pouco, afinal essa é uma das funções da gordura, dar sabor ao alimento, então tem que ser bem temperado. A Helô que não gostou muito..."é, prefiro frito...", eu também, ora, mas antes esse que nenhum. Um amigo veio almoçar em casa e não comeu pensando que eram cookies, hahaha, vê se vou fazer cookies e colocar na mesa do almoço, que comédia...

Bolinhos de Arroz Assados

Ingredientes:
2 xícaras (chá) de arroz cozido
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado
1 ovo
1/4 xícara (chá) de leite
Sal, pimenta, salsa e cebolinha a gosto
1 colher (sobremesa) de shoyu
1 colher (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de fermento químico
Farinha de trigo o quanto baste
Óleo para untar a forma
Farinha de trigo para polvilhar

Preparo: Misture todos os ingredientes, deixando por último a farinha de trigo. Vá colocando a farinha aos poucos, até dar o ponto (deve ficar como um creme firme, mas não duro, você deve conseguir pegar na colher e a massa deve escorregar dela, mas de uma vez só). Colocar às colheradas, com uma distância entre os bolinhos, na forma untada e enfarinhada e levar ao forno 180ºC, pré-aquecido, até ficar levemente dourado. Sirva a seguir.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Nem só de modernidades vive uma cozinha...

Comecei a organizar os armários de cozinha essa semana (ainda não acabei, por que fui inventar isso!!!), colocando coisas em uso, tirando outras, aquelas limpezas que fazemos no fim do ano.... sei lá se todo mundo faz isso, mas em casa era regra, mês de dezembro era a época de limpeza pro Natal. A minha avó fazia e botava a gente prá fazer uma super limpeza em casa, daquelas de mexer em guarda-roupa (inclusive arrastar o dito cujo prá limpar atrás), limpar paredes, nossa era um caos. E passávamos o mês limpando a casa, que trabalheira! Aí chegava o Natal e sujavam tudo em 2 dias. É o tipo de coisa que não dá prá entender mas, enfim, era tradição. Eu acabei herdando contra vontade esse raio dessa mania e faço a mesma coisa em casa, acho que acaba se relacionando com um desejo de renovação, de mudanças para o novo ano. O fato é: como guardamos coisas ao longo da vida... tantos papéis, cacarecos, é muita coisa. Vi uma vez uma pesquisa que dizia que cada pessoa possui, em média, 4000 objetos. Eu acho que só na cozinha tenho o dobro. Mas a boa surpresa da limpeza foi o reencontro com os antigos objetos de cozinha que acabaram vindo aqui para casa que eram da minha avó. Cada um deles me traz tantas lembranças....alguns ainda estão em uso, como o fatiador manual, faço muitas batatas chips até hoje com ele, imagina se fico usando processador para isso. Apesar de que este cortador causa aflição no meu marido. Cada vez que ele me vê pegando o dito cujo ele sai de perto e diz: "não quero nem olhar....", de medo que eu fatie meus dedos junto com as batatas. Mal sabe ele que tenho experiência com esse negócio, uso há anos, desde pequena....

Olha ele aí.... tão velhinho e tão bom...

Tem também o batedor de claras, esse eu não uso mais, mas me lembro de ter batido muita clara em neve com ele e de ter visto muita clara sair dele para os bolos deliciosos que minha avó fazia. Tinha uma cobertura que ela fazia e que a clara tinha que ficar muito firme, então dá-lhe batedor....

Este é o batedor, tá bem acabadinho....

E outra coisa que não uso, mas que está sempre comigo, é a carretilha para fazer pastel. Essa era muito utilizada, a minha vó sempre fazia pastel de massa caseira aberta no rolo para o Natal e Ano Novo, como eram bons! Ela passava a manhã de domingo fazendo pastel e nós roubando massa, recheio e o próprio fritinho na hora. Dona Rita ficava doida. E o restinho da massa que não dava mais para fazer pastéis ela cortava em vários pedacinhos, com a carretilha que também era usada para cortar os pastéis em formato de meia lua, e fritava os pedacinho, para ir comendo como aperitivo. Delícia.


Carretilha para pastel

Este foi o último objeto que encontrei, a colher de pau, hoje com má fama na cozinha por acumular bactérias e fungos, mas é uma lembrança que acho que seja muito presente para muitas pessoas. Quem nunca via a avó ou a mãe usando uma dessas? A minha avó tinha três, eu fiquei com esta pequenina, que ela usava para fazer cremes em pouca quantidade. A de bolo era grande, nem sei com quem ficou.


A pequena colher de pau

Depois desse reencontro, decidi dar um lugar de destaque para os meus "equipamentos" de cozinha, vou emoldurá-los e deixar na cozinha, como uma lembrança sempre presente da minha infância e dos anos bons que vivi. Esses objetos me trazem muitas recordações, cada um deles tem muita história prá contar e merecem ficar em lugar melhor que no fundo de uma gaveta.


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A arte da culinária japonesa

Hoje vou deixar aqui três videos de dois mestres em culinária descendentes de japoneses e, para nosso orgulho, brasileiros: a Mari Hirata e o Jun Sakamoto, com toda sua delicadeza, simbologia e arte.
Para quem não sabe, Mari Hirata é descendente de japoneses, paulista e dá aulas de culinária brasileira no Japão.
Jun Sakamoto é um dos sushimen mais reconhecidos do Brasil. Apreciem essas duas aulas de dois conhecedores.
Meus agradecimentos a esse povo que trouxe mais arte, sabor e beleza para o nosso pais. Arigatô!
(créditos: Programa Mais Você)








domingo, 9 de novembro de 2008

Pizza Bianca Romana

Escolhi esta pizza por ser uma receita muito conhecida em Roma. A pizza bianca é constituída simplesmente pela massa e coberta com azeite, alecrim e sal grosso. Existem variações desta receita, onde são adicionados queijo e alho. Fiz das duas formas e a minha pizza é diferente porque foi feita na máquina de fazer pão e uma delas foi "assada" na frigideira, um jeito rápido e diferente de fazer pizza.

Pizza Bianca

Ingredientes:
(para 2 pizzas)
(massa básica)

125 ml de água fria
5g de fermento biológico seco
Sal a gosto
3/4 de xícara (chá) de semolina de grano duro
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de azeite
1 colher (chá) de sal
(cobertura)
5 colheres (sopa) de azeite
3 ramos de alecrim picados
2 colheres (sopa) de vinho branco seco (opcional)
1 dente de alho fatiado em lâminas finas
Sal grosso a gosto (escolha um sal grosso com cristais pequenos)
Parmesão ralado à gosto

Modo de Preparo: (massa) - coloque todos os ingredientes (menos o sal) na máquina de fazer pão, no ciclo amassar. Espere que a massa forme uma bola e então acrescente sal a gosto. Aguarde o tempo do ciclo, retire a massa da MFP e coloque sobre bancada polvilhada com semolina. Divida a massa em duas partes e reserve.

Pizza em Frigideira (montagem)

Separe 2 colheres (sopa) de azeite e metade do alecrim picado e frite-o neste azeite. Espere esfriar e junte 1 colher (sopa) de vinho. Reserve. Abra a massa em um círculo do tamanho da frigideira que for usar (sugiro uma frigideira grande com anti-aderente). Coloque cerca de 1 colher (sopa) de azeite na frigideira, esquente por cerca de 1 minuto e transfira o disco com auxílio do rolo de massa para a frigideira. Espere a massa fritar de um lado, ficando corada e vire a massa com auxílio de uma espátula. Deixe dourar. Passe com auxílio de um pincel culinário o azeite com o alecrim e salpique um pouco de sal grosso. Leve ao fogo para aquecer.


Pizza no Forno (montagem)

Abra um disco de massa e transfira com auxílio do rolo para uma forma de pizza de 30 cm untada com azeite. Ajeite a massa na forma, junte o azeite ao vinho restante e pincele a massa, salpique com alecrim, uma pitada de sal grosso, o alho picado e termine com o parmesão ralado. Leve ao forno quente até que a massa comece a dourar.


As pizzas ficam bem diferentes, conforme o jeito que foi feita. A massa feita na frigideira fica um pouco mais grossa e por isso mais fofinha. A massa feita no forno fica mais fina e crocante.
É um jeito diferente de fazer pizza, mas vale a pena experimentar.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Boas Notícias

É com um prazer enorme que coloco esta novidade quentinha aqui!!!! O Ragazze agora está no site da Cepêra. Consolidando esta parceria, a qual espero que traga muitos bons frutos.
Estamos muito felizes com esta iniciativa de empresa, que está apostando no nosso filhote, o qual cresce lindamente. Obrigada à Cepêra e a todos que colaboram para que para que o Ragazze continue crescendo.


Passem lá e vejam como estamos bem apresentadas...

sábado, 1 de novembro de 2008

A falta d'água e o bolo de aniversário.


No último dia 28 foi aniversário do maridinho e não podia deixar passar em branco. Dizem que depois dos trinta não se faz mais comemoração, mas eu não ligo para isso. Minha avó fez bolos para os filhos e netos a vida toda e por que não fazer? É sempre um momento feliz comemorar mais um ano de vida, por mais que isso traga anos a mais, mas a experiência que se ganha acaba compensando o aumento de idade.
E qual não foi minha surpresa quando decidi fazer o bolo e vi que não tinha água em casa. A minha vontade de fazer bolo se foi e uma súbita raiva tomou conta de mim. Tanto dia prá faltar água e tinha que ser neste dia? O pior, a torneira da cozinha só tem água da rua, não tem ligação com a caixa, então estava sem água mesmo. Liguei prá Sabesp tentando saber quando a água iria voltar e eles não sabiam informar, afinal nem sabiam que estava faltando água na minha região. Isso não é incrível?
Pois bem, fiquei o dia todo angustiada, não acreditei que a data iria passar sem um bolinho. Eu já tinha me preparado prá fazer um mega bolo, recheado, coberto, com tudo que tinha direito. Inconformada, olhei para a Helô e disse: "vou fazer um bolo, pronto". Ela me olhou com aquela cara tipo, tá, mas como? Eu sei que escolhi uma receita simples, sem muita frescura, bolo de chocolate. É o que ele gosta, aproveitei a batedeira e mãos à obra. Bati o bolo, coloquei no forno, fiz a cobertura, tudo sem água e sabe lá como, o que eu sei é que saiu e bom. Depois que o bolo estava pronto, a louça na pia, a água volta, só prá me deixar bem irritada. Parece pegadinha ou algo tipo, se vira nos trinta, vamos ver se você consegue. Mas no final deu tudo certo e o marido teve o bolinho dele. Com muitos elogios. Felicidades, amor!!!!!

Bolo de Chocolate
(receita da coleção Dona Benta - Livro 5)

Ingredientes:
(massa)
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de chocolate me pó peneirado com a farinha (eu usei Cacau)
2/3 de xícara (chá) de margarina (usei 1/2 xícara de manteiga)
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó
11/4 de xícara (chá) de açúcar
3 gemas
3 claras em neve
1 xícara (chá) de leite
(cobertura)
100g de creme de leite
100g de chocolate meio amargo picado

Preparo: (massa) - Bata bem as gemas com o açúcar e a manteiga. Acrescente aos poucos a mistura de farinha e chocolate alternada com o leite e por fim, o fermento. Desligue a batedeira e coloque as claras em neve delicadamente. Despeja a massa em forma de furo central (25 cm de diâmetro) untada e enfarinhada e eleve ao forno quente pré-aquecido. Após 12 a 15 minutos, quando o bolo tiver crescido, diminua a temperatura para 180º C e deixe assar por mais 15 a 20 minutos (faça o teste do palito).
(cobertura) - Derreta o chocolate junto com o creme de leite em banho-maria e cubra o bolo frio.

Aproveitando, coloco aqui um presentinho da Lú, do Rosmarino e Prezzemolo, minha parceira no Ragazze.
A brincadeira consiste em postar3 livros que eu gosto/gostava e convidar mais 5 pessoas para participar da brincadeira. Esta brincadeira é em comemoração ao dia do livro. Data importante instituída no dia 29/10, deve ser lembrada diariamente. Afinal, segundo palavras de um dos mais famosos e importantes escritores brasileiros, Monteiro Lobato: "
Um país se faz com homens e livros". Incentive a leitura sempre que puder.


Meus livros escolhidos entre tantos são esses:

O Nome da Rosa

O Mundo de Sofia

Olhinhos de Gato
Deixo aqui para todos aqueles que me visitam, repassem e incentivem a leitura. Livros são tesouros.
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