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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Ah, suflê, comida que parece nuvem.

Este é um acompanhamento maravilhoso, comida típica francesa que enche os olhos e dá água na boca.




Segue a receita:

Suflê de Queijo 

Ingredientes:
8 gemas
10 claras
0,5 litro de leite
100 g. de manteiga sem sal
100 g. de farinha de trigo
100 g. de queijo parmesão ralado
100 g. de queijo prato ralado
sal
pimenta
noz moscada

MODO DE FAZER
Derreta 80 gramas de manteiga, junte com 80 gramas da farinha. Deixe ferver por dois ou três minutos. Junte o leite, coloque sal, pimenta e uma pitada de noz moscada ralada.

Tire do fogo assim que engrossar e coloque seis, das oito gemas. Misture bem e guarde a vasilha coberta com plástico filme, em um local morno.

Derreta as outras 20 gramas de manteiga e passe dentro das formas com um pincel, até a borda. Leve as formas na geladeira por 2 minutos, para endurecer a manteiga. Retire e polvilhe com farinha de trigo. Guarde as formas preparadas de volta na geladeira.

Bata as claras em neve, com uma pitada de sal, até ficarem bem firmes.

Pegue a mistura que estava reservada e acrescente as duas gemas que sobraram. Misture delicadamente as claras em neve.

Coloque a massa nas formas até encher. Com um guardanapo ou papel-toalha, limpe as bordas da forma, para não grudar na beirada.

Se quiser, para enfeitar, corte em tiras uma fatia de queijo prato. Depois, corte a tira na diagonal, formando losangos. E monte flores em cima do suflê com os pedacinhos de queijo. Você pode decorar como achar melhor.

Leve o suflê ao forno bem quente, e deixe por vinte minutos e fogo médio, sem abrir.

Esta receita não serve para guardar, o suflê precisa ser comido logo que sai do forno.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Bouef Bourguignon

Agora vem o prato principal da série em homenagem do ano da França no Brasil. Esta é especial, feita pelo chef Emanoel Bassoleil. Segue a receita:



Boef Bourguignon

Ingredientes:
1 kg. de músculo
1 cebola
1 cenoura
2 folhas de alho-poró
1 galho de tomilho
2 galhos de salsinha
2 pontas do maço de salsão
2 folhas louro
2 cravos da índia
2 dentes de alho
30 ml. de óleo para fritar
1/4 de xícara de farinha de trigo
1 colher de massa de tomate
1 colherinha de açúcar
1 litro de caldo de carne
1 garrafa vinho tinto
sal
pimenta
150 g bacon
200 g. de champignon.
150 g. cebolinha em conserva.

Preparo:Corte o músculo em cubos, tirando apenas a primeira capa de gordura. Prepare o buquê: faça um envelope com a folha do alho-poró e ponha dentro o tomilho, a salsinha, o salsão e o louro e amarre com um barbante.

Coloque a carne picada numa vasilha com a cenoura e a cebola fatiadas, o cravo da índia e o buquê. Cubra com o vinho. Deixe a vasilha tampada na geladeira durante 12 horas ou mais.

Depois, retire todos os pedaços de carne e frite numa panela grande. Junte a farinha de trigo até dourar.
Passe o vinho da marinada numa peneira e despeje na panela da carne. Acrescente o buquê amarrado. Tempere com sal e pimenta moída.

Depois cozinhar uma hora em fogo baixo, coloque o caldo de carne, o extrato de tomate, o açúcar e o alho picado.

Cozinhe mais uma hora, pelo menos. Na hora de servir, retire o buquê e prove para ver se está bom de sal e pimenta. O acompanhamento pode ser batatas - douradas na manteiga ou em purê - ou arroz branco.

Para a guarnição típica da Borgonha, frite o bacon numa frigideira sem outra gordura. Quando estiver bem frito, coloque a cebola e o champginon em conserva (cozidos com vinagre e sal). Se quiser, pode colocar também ervilha e cenoura cozidas, para enfeitar.

Dica do chef: a receita só fica boa com carne de segunda e vinho barato.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Mega almoço com sotaque paulista

Já faz algumas semanas que me aventurei a fazer esse almoção, foi em um domingo que estava frio e com uma chuva que não parava (muito parecido com o último final de semana). Aí me deu aquela vontade de fazer um Virado à Paulista, para quem conhece sabe que este prato é tradicional em São Paulo, normalmente servidos em restaurantes que fazem PF (prato feito) às segundas-feiras. Mas haja coragem prá fazer, afinal não tem nada difícil, mas são muitas coisinhas que temos que fazer para que fique com cara de virado de verdade. O prato é composto por várias porções de alimentos: couve refogada, tutu de feijão, arroz, bistequinha, ovo frito, banana à milanesa e por minha conta porque eu adoro, batata doce frita. Historicamente esta delícia nasceu com os tropeiros, que passavam dias viajando e precisavam levar alimentos que não estragassem com facilidade.

A receita não tem muito segredo, arroz branco tradicional, banana à milanesa, passada no ovo e farinha de rosca e frita (só que a banana não pode estar muito madura, tem que estar firme), ovo frito, bisteca temperada com sal, alho, pimenta, limão e um nada de alecrim e frita, couve picada bem fininha, refogada com alho e azeite e pouco sal e a estrela do virado, "o tutu".
Existem variações do tutu, o que eu fiz foi o mineiro, com farinha de mandioca, segue a receita:


Tutu de feijão

(retirada da revista Cozinha Brasielira, edição especial da Claudia Cozinha)


Ingredientes:

1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca torrada
1/2 colher (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de óleo 50 g de bacon (acrescentei)
500g de feijão roxinho (na falta usei o carioquinha mesmo)
2 dentes de alho picados

Sal, pimenta e salsinha picada à gosto

Preparo:
Deixe o feijão de molho de véspera. Coloque o feijão numa panela com água 3cm acima do feijão. Leve ao fogo, tampe e cozinhe em fogo baixo até os grão ficarem macios (eu usei a boa e velha, vlha mesmo, panela de pressão). Escorra e amasse com socador (para facilitar bati no liquidificador com um pouco de água).
Frite o bacon no óleo até ficar torradinho, reserve o bacon e utilize a gordura que sobrou para fritar o alho e juntar o açúcar. Quando o açúcar começar a dourar, junte a pimenta do reino, o feijão, tempere com sal e junte a farinha de mandioca. Mexa até soltar do fundo da panela. Coloque em travessa e enfeita com o bacon reservado e a salsinha picada.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Entre bolinhas, bolotas e bolões.....

Já estava com este post pronto, afinal "Macarrão com Bolinhas" é a minha especialidade que a Helô mais gosta. Ela sempre pede: "mãe, faz macarrão com bolinhas..." Eu não faço com tanta freqüência porque o marido não gosta muito, aliás nem de macarrão prá ser sincera, mas às vezes ele topa. Só que desta vez a história é outra, esse vai homenagear uma grande amizade, que saiu em parte do virtual, já que não nos conhecemos em carne e osso, mas telefone tá aí prá isso. Conversamos muito na última terça-feira, só paramos quando o marido dela chegou e o meu já estava dormindo fazia tempo.....
É engraçado como essas coisas acontecem, conhecemos alguém de um modo tão impessoal como a internet, onde tudo pode ser faz de conta (o que é um grande aliado para quem não quer se mostrar) e de repente nos identificamos de cara, a ponto de convidar essa pessoa para fazer um blog, fazer negócios e fazer parte da sua vida. Pode parecer loucura, mas esse micrinho meio lentium às vezes, que me dá uma grande dose de ódio e vontade de quebrá-lo, me traz também muitas coisas boas. Uma dessas foi a Fernanda, para os íntimos Nana, essa menina que tem um tanto de coisas em comum comigo e não sei como não nos cruzamos antes. Trabalhamos em empresas próximas, quase do lado, nossos maridos amam aviação, culinária é nossa paixão e temos sonhos em comum. Falamos praticamente a mesma língua, pensamentos parecidos, como pode um negócio desses? Então precisei escrever este post para ela hoje e dedicar meu macarrãozinho bem italianinho e de coração. E dizem que comida é só comida, comida é mais que alimento para corpo, é alimento para a alma, é compartilhar, e compartilhar é o que vale nesta vida. Bons amigos em volta de uma mesa, tem coisa melhor?
Fer, também adoro você! Ai, que piegas isso.... hahahaha. E ela ainda me liga e fala: "diz que você chorou....". Abusada esta menina.

Macarrão com Bolinhas da Helô ( mas que hoje é da Fernanda)
(inspirado na Revista Claudia Cozinha - 10/2005)

Ingredientes:
(minipolpetas)
500g de patinho moído
1 ovo
1/4 de xícara (chá) de aveia
1/4 de xícara (chá) de farinha de rosca (usei feita em casa)
2 colheres (sopa) de salsa picada
Raspas de 1 limão
Sal e pimenta à gosto
1 pitada de noz-moscada ralada
1 pitada de canela em pó
(macarrão)
400g de macarrão ninho
2 xícaras de molho ao sugo pronto (essa é um boa receita)
Queijo parmesão à gosto
(para fritar as minipolpetas)
1 colher (sopa) de azeite
1/3 de xícara (chá) de manteiga

Preparo: (mini polpetas) - Misture todos os ingredientes, faça bolinhas do tamanho de uma azeitona. Doure-as na mistura de azeite e manteiga, em fogo médio e escorra em papel absorvente. Reserve.
(molho) - Aqueça o molho ao sugo em uma outra panela, junte as minipolpetas e cozinhe por 5 minutos.
(montagem) - Cozinhe o macarrão conforme instruções da embalagem. Escorra, misture ao molho e polvilhe com o parmesão. Sirva a seguir.

PS: A Ally é a sua cara mesmo...espero que tenha assistido e gostado. Até as músicas aparecem prá você como aparecem para ela.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Bolinhos de arroz, minha versão assada.


Estava lendo o post da minha amiga Nana (Manga com Pimenta) sobre bolinhos de arroz, algo que acho que muitas pessoas conhecem e fazem. É uma coisa legal, porque podemos reaproveitar o arroz que sobrou e fazer algo diferente, já que esquentar arroz não faz com que ele fique, digamos, agradável. Os da minha avó eram imbatíveis, mas tem um detalhe que me impede de comer bolinhos de arroz: eles me dão dor de cabeça. Não sei, isso começou lá pelos 20 e poucos anos e até hoje se como mais de um (difícil não comer o segundo ou terceiro) a danada vem com tudo. Eu adoro esses bolinhos, mas além do problema da dor, há o fato da fritura, que não os torna os mais saudáveis. Então pensei cá com meus botões, "será que se eu assar dá certo?" E dá....
Que bom, esse posso comer sossegada, quer dizer, nem tanto, ele não deixa de ser calórico, só fica um pouco mais leve. Mas óbvio, a textura é diferente e o sabor muda um pouco, afinal essa é uma das funções da gordura, dar sabor ao alimento, então tem que ser bem temperado. A Helô que não gostou muito..."é, prefiro frito...", eu também, ora, mas antes esse que nenhum. Um amigo veio almoçar em casa e não comeu pensando que eram cookies, hahaha, vê se vou fazer cookies e colocar na mesa do almoço, que comédia...

Bolinhos de Arroz Assados

Ingredientes:
2 xícaras (chá) de arroz cozido
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado
1 ovo
1/4 xícara (chá) de leite
Sal, pimenta, salsa e cebolinha a gosto
1 colher (sobremesa) de shoyu
1 colher (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de fermento químico
Farinha de trigo o quanto baste
Óleo para untar a forma
Farinha de trigo para polvilhar

Preparo: Misture todos os ingredientes, deixando por último a farinha de trigo. Vá colocando a farinha aos poucos, até dar o ponto (deve ficar como um creme firme, mas não duro, você deve conseguir pegar na colher e a massa deve escorregar dela, mas de uma vez só). Colocar às colheradas, com uma distância entre os bolinhos, na forma untada e enfarinhada e levar ao forno 180ºC, pré-aquecido, até ficar levemente dourado. Sirva a seguir.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Spaguetti alla Putanesca

A receita escolhida para participar do desafio La Pasta do blog Quattro Ragazze Brasiliane foi Spaghetti Alla Putanesca, receita típica da região de Campania, cuja cidade mais famosa é Napolis, que dizem ser a cidade de origem da receita. É uma das massas mais conhecidas no mundo e a história do molho é bem interessante. Reza a lenda que este molho foi inventado pelas moças de vida difícil de Nápolis (por isso se chama putanesca). E a vida era difícil mesmo, pois fora criado na época da guerra, onde a falta de comida faz com que a criatividade entre em prática. Como a região de Campania é produtora de peixe, nada mais óbvio que usar peixe para um molho de macarrão. E peixe em conserva, anchova, que durava mais tempo que o fresco. Os outros produtos, também em conserva (alcaparras, azeitonas), fazem com que este prato tenha sabor forte, possa ser feito com aquilo que tem na despensa (e que pode ser armazenado), de forma rápida e seduz a quem come (dizem que esse era o outro objetivo desta receita, seduzir os clientes). E não é que dá certo? Quem saboreia se apaixona.
Outra lenda a respeito desta receita diz que foi criada por uma mulher que traia o marido e tinha medo que o marido chegasse antes do jantar estar pronto, e ela precisava de uma receita rápida para não se atrasar. Será?
Enfim, esta é uma das minhas preferidas, me lembra quando eu vinha de Itu para São Paulo com a minha mãe para visitar meu pai e ela me levava para almoçar em um restaurante que já não existe mais em São Caetano, chamado Mama Mina. Foi lá que comi este prato pela primeira vez, ainda me lembro do cheiro, marcante... mas a massa não era spaghetti, não me lembro qual era, mas lembro bem que minha mãe pedia massa à putanesca e eu pedia lasanha e dividíamos as porções, um pouco de cada no meu prato e eu ficava feliz...
A diferença da minha receita é que fiz com spaghetti nero sépia, que achei que combinava bem com este molho, por ser a massa feita com tinta de lula. E fica com um visual lindo.
Segue a receita.


Spaghetti Alla Putanesca

Ingredientes:
(para 3 porções)
300g de spaghetti
(molho)
1 vidro de molho de tomates com alcaparras
30g de anchovas em óleo
2 colheres (sopa) de azeite
1 colher (café) de pimenta calebresa seca
1 colher (café) de erva doce
3 colheres (chá) de alcaparras
10 azeitonas pretas, picadas
1 dente de alho, picado
1/2 colher (sopa) de orégano
2 colheres (sopa) de salsa fresca, picada


Modo de Preparo: Coloque o spaghetti para cozinhar conforme instruções da embalagem. Coloque o azeite em uma panela e frite o alho, sem deixar escurecer. Junte as anchovas e a erva doce, frite por mais um minuto. Junte o molho de tomates e deixe ferver. Acrescente o orégano, a pimenta calabresa, as azeitonas e as alcaparras. Retire a massa "al dente" do fogo, escorra e passe para a panela com o molho para que termine o cozimento. Junte a salsa picada e sirva a seguir.

P.S.: Visitem o Quattro Ragazze Brasiliane Nella Cucina Italiana, vejam as regras do desafio La Pasta e participem!

Fonte: http://mangiachetefabene.wordpress.com/2007/05/29/spaghetti-alla-puttanesca/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Massa_puttanesca

Das arábias...

Adoro quibe. Fritinho, quente, com bastante hortelã... que coisa boa. Este fez sucesso, prá variar foi prá casa da minha vizinha, a Rose, e ela adorou. A Rose anda passando bem.... segue a receita que é do Álvaro Rodrigues, um excelente culinarista. Tudo o que ele faz dá certo, não tem erro. E esse quibe é especial. E usei hotelã da minha hortinha... dá uma felicidade poder usar aquilo que você plantou prá fazer a sua comida, é muito legal.

Quibe Especial

Ingredientes:

500 gr de trigo para quibe
750 ml de água fervendo
500 gr de carne moída (patinho)
2 cebolas grandes bem picadinhas
6 dentes de alho socados
½ xícara de chá de hortelã fresco picadinho
2 tabletes de caldo de carne
1 colher de café de pimenta síria
1 colher de café de zatar (tempero sírio próprio)
Sal a gosto

Preparo: Ferva a água com os tabletes de caldo de carne e despeje sobre o trigo desidratado e deixe por 1 hora ou até que o mesmo esteja totalmente hidratado e macio.
Em seguida, junte os demais ingredientes e amasse tudo muito bem, temperando a gosto.
Modele os quibes, aplicando o recheio.
Frite-os em óleo quente.

Recheio
Ingredientes:
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola média bem picadinha
300 gr de carne moída duas vezes (patinho)
1 colher de café de pimenta síria
1 colher de café de zatar
Sal e temperos a gosto
½ xícara de chá de pinholes (snobar)

Preparo: Refogue a cebola no azeite, junte a carne moída e mexa até que a mesma esteja bem refogada.
Em seguida, tempere a gosto e empregue utilizando dois ou três pinholes dentro de cada quibe.

Dica: caso não encontre, faça em casa os temperos árabes.
(receita de Álvaro Rodrigues)


Pimenta síria
- 1 colher (sopa) de canela em pó
- 1 colher (sopa) pimenta preta em pó ou pimenta do reino em pó
- 1 colher (sopa) de cominho
- 1 colher (café) de páprica picante
- 1 colher (sopa) de cravo em pó
- 1 colher (sopa) de hortelã seca

Zaatar (caseiro)
- 1 colher (café) de gergelim em pó
- 1 colher (café) de hortelã seca em pó
- 1 colher (café) de tomilho em pó
- 10 gotas de suco de limão


segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Ambrosia, delícia de Minas!


Esta receita é muito boa, consegui neste site. É de uma senhora que é conhecida como D. Joaninha, que ganhou a vida fazendo doces. Faz isso há 40 anos e tem uma loja em Araxá, Minas Gerais. Este doce em especial me chamou a atenção por ser muito parecido com o doce que a minha sogra faz, mas é mais fácil. Fica delicioso, acabou no dia que fiz, pois dei um pouco para a minha vizinha, mas fiz pouco mais que meia receita. Conselho: façam a receita inteira, acaba rápido.

Ambrosia

Ingredientes:

05 L de leite pasteurizado
01 kg de açúcar refinado
09 ovos bem fresquinhos
Pedaços de canela a gosto
3 cravos-da-Índia

Preparo: Colocar o leite com o açúcar, a canela e os cravinhos no tacho e mexer para dissolver o açúcar, levando ao fogo por meia hora sempre mexendo para não grudar.
Bater as claras em neve e quando estiverem firmes, juntar as gemas e bater até ficar homogeneo(+ou- 05 minutos) obs: ( passar as gemas na peneira , para retirar a película das mesmas ).
Virar os ovos batidos por cima do leite, dando a imprensão de um grande omelete, e quando começar a subir, abaixar o fogo e deixar por 20 minutos. Cortar em pedaços grandes (04 a 06 partes) e deixar ferver por mais 10 minutos. Vire os pedaços com uma escumadeira e deixe por mais 20 minutos e em seguida cortar os pedaços grandes em pedaços pequenos, sempre em fogo baixo.
Estes pedaços pequenos irão ficar cozinhando em fogo mínimo aproximadamente por mais uma hora e meia, mexendo de vez em quando delicadamente para não desmanchar os pedaços e também raspando o fundo e as bordas do tacho para não grudar.
Depois de pronto , colocar em compoteiras e servir gelado. Caso queira manter por seis meses , colocar em vidros com tampa , cuidadosamente esterilizados e após envasar, fechar bem e levar ao banho maria por 40 minutos após fervura.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Comida e música, desafio gostoso esse! Com Eine Kleine Nachtmusik, embalando as manhãs de domingo.

Mais uma vez foi bisbilhotando no blog da Akemi (vou muito lá sabe, tem tanta coisa boa...) que descobri essa idéia incrível da Simone Izumi, do Chocolatria. Achei brilhante e decidi participar. Eu sempre cozinho ouvindo música, é inspirador. Lendo o post da Akemi lembrei da músicas que eu ouvia nos anos 80. Época boa, mas como era difícil de conseguir uma música. Hoje é tudo tão fácil, é só escutar a música e ela já está no computador, no pen drive, no mp3. Quando eu era adolescente era difícil. Os famosos LP´s eram caros, eu só ganhava os meus de presente de natal. Foi assim que consegui a minha coleção do Duran Duran e do A-Ha, ficava ansiosa prá ganhar logo as bolachas e quase as furava quando estavam em minhas mãos, de tanto ouvir. O único disco que não consegui ganhar na época foi o The Police, o qual comprei em CD depois.
Mas eu precisava ouvir as música nos outros dias do ano, antes de ganhar os discos, e eu comprava fitas K7 virgens e começava a minha pirataria. Ficava como uma alucinada ao lado do velho rádio gravador da minha mãe (era um super aparelho na época...rs), esperando a música tocar, com a fita já no ponto, com o "pause" apertado (era só soltar e começava a gravar) e quase tinha um acesso de raiva com aquelas vinhetas horrorosas no meio da música. Acabavam com a minha gravação...rs
As músicas que fiquei mais contente quando consegui ter em disco são Matter of Feeling, do Duran Duran e Hunting High and Low, do A-Ha. Adoro essas músicas até hoje.
Mas depois de contar toda essa história devo dizer que as músicas que me fazem lembrar o prato escolhido estão muito longe dessas, aliás séculos longe... o prato que escolhi foi carne de panela com batatas coradas, uma das especialidades da vó, que fazia aos domingos prá acompanhar a macarronada. Ela começava a cozinhar cedo, afinal comida de nona demora prá ser feita, tem todo um ritual. A carne era temperada de véspera, ficava horas cozinhando no fogo baixo até ficar macia e junto estava o molho de macarrão (horas reduzindo). E enquanto isso acontecia a minha mãe colocava os seus discos de música erudita. Eu confesso que muitas vezes poderia ter um ataque, queria escutar as minhas músicas ou ver tv e mamãe estava lá, ouvindo Vivaldi e Mozart, dançando e cantarolando ao som dos disquinhos antigos. Existiam uns pesados, pareciam de ferro, credo que velharia! Ela ainda faz isso hoje e quem sofre é a minha filha..hahaha. Mas eu aprendi a gostar deste tipo de música e escuto de vez em quando, apesar de que quando isso acontece só faltam me bater (meio que como eu fazia com a minha mãe). Já falei do prato escolhido, agora deixo a música, na verdade as músicas, a primeira eu escolhi porque gosto dela e é de Mozart (esse é o cara!), Eine Kleine Nachtmusik e a outra é um tango que era um dos preferidos da vó, La Cumparsita (os tangos também apareciam em casa nas manhãs de domingo, ai...)

Carne de Panela Com Batatas Coradas
(Versão da Minha Avó, com minhas alterações)

Ingredientes:
1,5 Kg de coxão mole ou lagarto em peça
Sal, pimenta-do-reino, vinagre de vinho tinto (meia xícara chá) e alho para temperar
Óleo para fritar a carne
1 kg de batatas descascadas e cruas
Água o suficiente para o cozimento

Preparo: Temperar a carne de véspera, faça furos com a faca na peça de carne para que o tempero penetre. Deixe na geladeira temperado até o dia seguinte (colocar em um saco plástico com o tempero, para que esse envolva a carne). No dia seguinte, coloque de 3 a 4 colheres (sopa) de óleo em uma panela grande e frite bem a carne de todos os lados, ela deve ficar bem dourada, com a cor forte, isso é importante para que as batatas peguem essa cor depois. Acrescente o tempero na panela e coloque água até a metade da carne, espere ferver e abaixe o fogo. Mantenha uma chaleira com água quente e vá pingando está água na carne, conforme for secando. A carne também deve ser virada, para que cozinhe por igual. Esse processo pode acontecer entre 2 e três horas. Quando a carne estiver cozida, acrescente mais água, se necessário, junte as batatas e deixe até que as batatas fique cozidas e morenas e o caldo seque.

Minhas Dicas:
Quando estou com pressa, faço com bifes ou com a peça de carne na panela de pressão, após dourá-la. Deixo os bifes 10 minutos após pegar pressão e a carne entre 40 a 50 minutos. Espere sair a pressão da panela e teste, se estiver dura, deixe mais um pouco. A carne cozida lentamente fica bem mais gostosa, mas desse jeito quebra o galho.

Eu coloco shoyu no tempero da carne. Se fizer assim, cuidado com o sal.
Dá para substituir o sal por cubinhos de caldo pronto, existem uns com menos sal, com sabores diferentes, só experimentando prá saber qual combina com o gosto de cada um
Se a carne não ficar dourada como deveria, acrescente até 1 colher (sopa) de açúcar mascavo enquanto estiver fritando a carne, ajuda a dar cor, assim como o shoyu.
Cuidado com o cozimento das batatas, devem ficar inteiras, se cozinhar demais as elas começam a quebrar e o prato não fica tão bonito.
O sal e o vinagre podem ser colocados fora do tempero, depois que dourar a carne, pois eles acabam desidratando a mesma, mas a minha avó fazia desse jeito e sempre deu certo, então faço assim também.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Pudim de leite diferente

Há algum tempo atrás convidei minha avó Tereza e o seu marido Pedrinho para almoçar aqui em casa. Perguntei o que ela queria comer e ela, como sempre "qualquer coisa". Então fiz a lasanha que sempre dá certo e pudim de leite, outro clássico que não tem erro. Às vezes...
A lasanha ficou excelente, mas o pudim ficou com aquele leve cheirinho de ovo, não sei porque, fiz tudo como sempre. A minha avó comeu um pedaço e eu perguntei se estava bom. E ela disse: "é pudim de leite, né?". Não senti empolgação. Aí comi e senti o cheirinho que detesto. Foi quando ela me perguntou quantos ovos eu colocava no pudim. Coloco três, receita tradicional. E tive que ouvir: "essa mulherada não sabe cozinhar mesmo...".
Lógico, perguntei quantos ela colocava. A resposta: apenas 1. E como esse negócio com 1 ovo dá certo? O segredo, uma colher de sopa de amido de milho. Brilhante!
A minha avó me disse: não precisa nem tirar a película da gema, não fica com cheiro. E fica firme e mais gostoso.
Essa receita ainda não é igual a da minha avó, devo confessar que coloquei além de 1 ovo, 2 claras (havia feito um doce com 2 gemas, como sobraram, acabei usando), 2 colheres (sopa) de leite em pó e retirei a película da gema (prá ter certeza). Mas ficou com uma textura bem diferente e agradável. Sem cheirinho ruim. A próxima vez vou testar conforme minha avó falou. É, os mais velhos sempre tem algo a ensinar, bobo de quem não dá ouvidos...

Pudim de leite

Ingredientes:
(pudim)
1 lata de leite condensado
2 vezes a mesma medida da lata de leite integral
1 ovo + 2 claras (claras por minha conta)
1 colher (sopa) de amido de milho
2 colheres (sopa) de leite em pó (acrescentei)
(calda)
6 colheres (sopa) de açúcar

Preparo: colocar o açúcar em uma forma de anel e levar ao fogo para caramelizar (cor de guaraná). Espalhe a calda pela forma e reserve. Bata todos os ingredientes do pudim no liquidificador e coloque na forma. Leve para cozinhar em forno pré-aquecido 180ºC, em banho-maria por cerca de 50 minutos.
Dica: coloque água quente quando for cozinhar algo em banho maria. O tempo de cozimento fica menor.
Eu faço esse pudim em casa em panela de vapor.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Pronto em 30 minutos!

Eu tenho uma revista que comprei há um tempo atrás (Claudia Cozinha - Pronto em 30 minutos), ela é ótima porque tem várias dicas e receitas que realmente ficam prontas em 30 minutos. Estava um tanto atrasada hoje, mas queria fazer uma sobremesa, já que sempre ouço a mesma coisa após o almoço "não tem um docinho?'.
Fiz um docinho, que a família não aprovou, mas eu adorei, porque adoro limão e ficou tão bonita. Enfim, pra quem tiver coragem de provar um doce com gosto de limão segue a receita. E ainda tive que ouvir do meu marido: "Eu gosto do sabor do limão, na caipirinha". Azar o dele, sobra mais prá mim, hahaha.

Suflê de Limão
(retirado de revista Claudia Cozinha - Pronto em 30 Minutos)

Ingradientes:
1/4 xícara (chá) de suco de limão
1/2 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro
4 claras em temperatura ambiente
1 pitada de sal
2 colheres (chá) de casca de limão ralada
(para untar)
Manteiga
(para polvilhar)
Açúcar de confeiteiro
(Acessório)
Forma refratária para suflê de 1,5 L (eu fiz meia receita e usei 3 ramequins médios)

Preparo: Aqueça o forno em temperatura alta. Unte a forma com manteiga e polvilhe com açúcar de confeiteiro. Reserve.
Num recipiente pequeno, misture a metade do açúcar com o suco de limão. Reserve.
Bata as clara em neve na batedeira. Acrescente o açúcar, sem parar de bater, junte o sal e continue batendo até obter picos firmes. Pare de bater, junte o suco e as raspas de limão, misturando delicadamente com fouet.
Coloque a massa na forma e leve ao forna para crescer e dourar ligeiramente. Retire e sirva imediatamente.

PS: cuidado com o tempo de forno, eles douram bem rápido, vejam as fotos!!! Se não puderem servir exatamente na hora que sai do forno, deixe dentro do mesmo, resfriando lentamente, para não murcharem tão rápido.

sábado, 14 de junho de 2008

Voltando ao tema: comida de vó.

Essa receita é clássica, pelo menos era lá em casa. A minha avó fazia essa torta e tenho certeza que só quem conhece é quem é da família. Se eu não me engano ela aprendeu a fazer essa receita com a minha bisa, mãe do meu avô, que também cozinhava que era uma coisa. Ainda lembro do cheirinha de feijão com louro da casa dela. Acho que é por isso que ponho louro em tudo, é um tempero que eu adoro. Bem , voltando à torta, eu queria muito fazer essa receita, a qual não fazia há muito tempo e queria colocar aqui porque é muito diferente. É uma das heranças da minha avó que fazia sem receita nem medida, assim como eu, mas tive que adaptar senão não tem como alguém reproduzir.

Torta de Batata da Vó

Ingredientes:
Massa:
-1,5 quilo de batatas cozidas e amassadas
-1/2 xícara (chá) de cheiro verde picadinho - salsa e cebolinha
-sal e pimenta do reino a gosto
Recheio:
-1/2 quilo de carne moída
-2 colheres (sopa) de azeite ou óleo
-1/2 pimentão verde picado (ou vermelho)
-1 cebola pequena picada
-2 dentes de alho amassados
-1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
-1/2 xícara (chá) de cheiro verde picadinho
-temperos a gosto (sal, pimenta, shoyu, vinagre)

Demais ingredientes:
-1/2 xícara (chá) de óleo
-1 xícara (chá) de farinha de rosca


Preparo: Após cozinhar e amassar as batatas acrescentar o cheiro verde, sal
e pimenta. Misturar bem e reservar


Recheio: Refogar a carne no óleo até que a mesma fique sem água e soltinha.
Acrescentar 1 colher (sopa) de vinagre, 1 colher (sopa) de shoyu,
a cebola, o alho, o pimentão, a azeitona, pimenta-do-reino
e sal a gosto. Continuar refogando para cozinhar
estes ingredientes.
Desligar o fogo, acrescentar o cheiro verde e reservar.
Montagem:Em uma frigideira grande, colocar
1/4 de xícara (chá) de óleo e
polvilhar com a
metade da farinha de rosca.


Abrir a metade da massa em pequenas porções na mão
e acomodá-la na frigideira grande
de modo
que não tire a mistura de farinha e óleo do lugar.
 Rechear  a massa com a carne e cobrir o recheio com o
retante da massa, procedendo da mesma forma.
Levar ao fogo por alguns minutos até dourar a farinha. Após esse período,
virar a torta em um prato colocar o restante do óleo na frigideira e
cobrir com a farinha de rosca.
Acomodar o lado da torta que estava para cima na frigideira virado
para baixo. Cuidado para não quebrar.
Acertar possíveis partes que ficaram quebradas nas pontas e
deixar dourar. Retirar da frigideira e servir quente.


terça-feira, 10 de junho de 2008

Lombo recheado com linguiça defumada

Faz tempo que estava com vontade de fazer um lombo assado, douradinho por fora e macio por dentro. Aqui em casa não temos o hábito de comer carne de porco. Fiz ontem e o meu marido já falou, "está muito bom, mas lombo só daqui dois meses". Prá ele todo dia é dia de arroz, feijão e bife. Então tá, que posso fazer? Minha criatividade quase some, mas eu resisto e mudo um pouco as coisas. Pelo menos a cada dois meses...

Lombo Recheado

Ingredientes:

1 lombo de porco de aproximadamente 1 kg, limpo (mantenha um pouco da capa de gordura para ajudar no cozimento)
(tempero)
Suco de 2 limões
1 colher de sopa de sal de ervas + 1/2 colher (sopa) de sal
1 ramo pequeno de alecrim
1 colher (sopa) de shoyu
3 folhas de louro
2 dentes de alho, picados
1/2 colher (chá) de pimenta do reino
(recheio)
2 linguiças defumadas
(para acompanhar)
500g de batatas cozidas, com casca, em água e sal

Preparo: Faça alguns furos com uma faca no lobo para que o tempero penetre na carne. Coloque o lombo em um saco plástico e junte todos os ingredientes do tempero. Feche o saco e mexa bem, para que tudo se misture. Deixe na geladeira por 12 horas. Abra o lombo conforme a foto abaixo (como uma manta):

Coloque as linguiças no meio do lombo e feche-o, dobrando uma ponta sobre a outra e espetando palitos de dente, como grampos.


Coloque em forma forrada com papel alumínio com a abertura para baixo, junte a marinada, feche o papel, envolvendo o lombo e leve ao forno pré-aquecido, 180 C, por 1 hora.

Enquanto isso, prepare as batatas: coloque as batatas para cozinharem por 5 minutos na panela de pressão. Retire da panela, descasque e corte em fatias e 2 cm. Reserve. Elas não podem cozinhar muito porque irão para o forno. Passada 1 hora, abra o papel alumínio e deixe o lombo mais 1 hora no forno. Coloque as batatas na forma com o lombo e deixe até o lombo ficar dourado e as batatas ficarem douradas e macias (cerca de 20 minutos)
E eles ficam assim:

PS: não esquecer de retirar os palitos, como eu fiz...

terça-feira, 3 de junho de 2008

Comidinhas da vovó - Salada de batata

Essa saladinha de batata minha avó fazia sempre quando eu era criança, eu sempre pedia a ela prá fazer e ela dizia assim que puder eu faço. Eu esperava por essa salada. Muito simples, com gosto de infância!

Salada de Batata da D. Rita
Ingredientes:
600g de batatas cozidas com a casca
1 lata de atum (eu usei o light)
1 tomate picado
1/2 pimentão verde picado
1 lata de ervilhas escorrida
1/2 cebola média, picada
1 colher (sopa) de azeite
10 azeitonas verdes picadas
Sal, pimenta e vinagre para temperar
1 colher (chá) de shoyu (opcional)

Preparo: amasse as batatas ainda quentes (como para fazer purê). Tempere com sal, pimenta e vinagre. Cuidado com o vinagre, se colocar demais fica muito ácido. Eu coloco um pouco e verifico como está, deve ficar levemente ácido, um sabor bem diferente do convencional. Misture à parte os outros ingredientes, tempere e reserve. Coloque a batata temperada em uma travessa para servir, com as costas da colher alise a superfície da batata. Coloque a saladinha reservada ao redor da batata, como na foto abaixo.
Rendimento: 5 pessoas.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

O que tem prá hoje? Creme de espinafre.

Verduras são alimentos muito bons, ricas em fibras, vitaminas e sais minerais. Mas em dias frios o que não queremos é comer verdura, principalmente se for para virar salada. Aí veio a idéia de fazer uma coisa que não fazia há tempos: creme de espinafre. Esse é um jeito de comer verdura quente, gostoso e fácil. Essa é a minha versão dá prá fazer em 20 minutos. Aí vai:

Creme de Espinafre



Ingredientes:
1/2 maço de espinafre limpo (só as folhas)
1 dente se alho picado
1/2 cebola média picada
1 colher (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de farinha de trigo
3/4 xícara (chá) de leite
Sal e pimenta a gosto
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado.

Preparo:
Coloque o azeite em uma frigideira que tenha tampa, deixe aquecer e doure rapidamente o alho, acrescentando logo em seguida a cebola. Frite a cebola até ficar transparente, junte o espinafre e tampe. Mexa de vez em quando até murchar (cerca de 5 minutos). Retire do fogo, pique para que fique em pedaços pequenos e reserve. Na mesma frigideira, coloque a manteiga para derreter e frite a farinha rapidamente, para que perca o gosto de farinha crua (o famoso "roux"). Acrescente lentamente o leite, evitando que forme grumos. Deixe ferver um pouco até engrossar, acrescente o espinafre refogado, e a pimenta a gosto. Coloque o queijo parmesão (de preferência ralado na hora), mexa bem. Verifique o sal e corrija, se necessário. Sirva em seguida. Acompanha carnes e peixes.
Obs: cuidado na colocação do sal, pois pode ficar muito salgado por causa do parmesão.

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