Mostrando postagens com marcador Histórias dos alimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Histórias dos alimentos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Mega almoço com sotaque paulista

Já faz algumas semanas que me aventurei a fazer esse almoção, foi em um domingo que estava frio e com uma chuva que não parava (muito parecido com o último final de semana). Aí me deu aquela vontade de fazer um Virado à Paulista, para quem conhece sabe que este prato é tradicional em São Paulo, normalmente servidos em restaurantes que fazem PF (prato feito) às segundas-feiras. Mas haja coragem prá fazer, afinal não tem nada difícil, mas são muitas coisinhas que temos que fazer para que fique com cara de virado de verdade. O prato é composto por várias porções de alimentos: couve refogada, tutu de feijão, arroz, bistequinha, ovo frito, banana à milanesa e por minha conta porque eu adoro, batata doce frita. Historicamente esta delícia nasceu com os tropeiros, que passavam dias viajando e precisavam levar alimentos que não estragassem com facilidade.

A receita não tem muito segredo, arroz branco tradicional, banana à milanesa, passada no ovo e farinha de rosca e frita (só que a banana não pode estar muito madura, tem que estar firme), ovo frito, bisteca temperada com sal, alho, pimenta, limão e um nada de alecrim e frita, couve picada bem fininha, refogada com alho e azeite e pouco sal e a estrela do virado, "o tutu".
Existem variações do tutu, o que eu fiz foi o mineiro, com farinha de mandioca, segue a receita:


Tutu de feijão

(retirada da revista Cozinha Brasielira, edição especial da Claudia Cozinha)


Ingredientes:

1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca torrada
1/2 colher (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de óleo 50 g de bacon (acrescentei)
500g de feijão roxinho (na falta usei o carioquinha mesmo)
2 dentes de alho picados

Sal, pimenta e salsinha picada à gosto

Preparo:
Deixe o feijão de molho de véspera. Coloque o feijão numa panela com água 3cm acima do feijão. Leve ao fogo, tampe e cozinhe em fogo baixo até os grão ficarem macios (eu usei a boa e velha, vlha mesmo, panela de pressão). Escorra e amasse com socador (para facilitar bati no liquidificador com um pouco de água).
Frite o bacon no óleo até ficar torradinho, reserve o bacon e utilize a gordura que sobrou para fritar o alho e juntar o açúcar. Quando o açúcar começar a dourar, junte a pimenta do reino, o feijão, tempere com sal e junte a farinha de mandioca. Mexa até soltar do fundo da panela. Coloque em travessa e enfeita com o bacon reservado e a salsinha picada.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Falha nossa....

Pois é pessoal, falei tanto da yacon que esqueci de colocar uma foto dela. Então, atendendo a pedidos, lá vai um pouco mais sobre esta desconhecida...

Pelas pesquisas que fiz descobri que este tubérculo, originários dos Andes, no Peru é vendido como fruto, não como batata. Seu sabor é doce e após a colheita ele é colocado por alguns dias para "tomar sol" e concentrar o seu sabor. As recomendações de uso são como coadjuvante no tratamento de diabetes, hipertensão e índices elevados de colesterol. A recomendação para consumo é crua, neste caso, utilizar antes das principais refeições (almoço e jantar) pois a sensação de saciedade vem mais rapidamente. Ela é rica em fibras, sendo também indicada para pessoas com problemas digestivos. Possui um tipo diferente de carboidrato chamado inulina, o qual não é digerido pelo sistema digestório, promovendo o fortalecimento da flora intestinal. Este alimento ainda está em estudo e ao que tudo indica a sabedoria popular vem sendo comprovada nestes estudos.

Fontes:
www.jardimdeflores.com.br
http://www.diabetes.org.br/nutricao/index.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Inulina

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Minha Panela de Barro


Não é linda??? Adoro panelas de barro, além influenciar no sabor da comida elas ainda tem charme, são lindas, vão direto à mesa e dão a impressão de que vivemos em outras épocas, num mundo distante deste de hoje, onde tudo tem que ser rápido, apressado, sem tempo para apreciar as coisas que realmente interessam. Por isso panela de barro deve ser usada em ocasiões especiais, onde temos tempo, podemos jogar conversa fora e esperar a comida cozinhar lentamente. Afinal, uma panela de barro demora a esquentar, mas quando esquenta....
Eu demorei uns bons anos para comprar a minha primeira, é bem difícil de achar em São Paulo e quando achamos o preço não é dos melhores. Tenho um tio que mora no Rio de Janeiro e tem umas barraquinhas perto de onde ele mora com muitas panelas com preços ótimos. O problema é ir pro Rio para comprar uma. Então a primeira comprei em uma loja na beira da estrada, numa das minhas idas ao litoral. Não paguei um preço tão alto, mas foi mais caro que pagaria nas barraquinhas. Na minha recente viajem à Bahia acabei passando perto de um desses lugares com muitas panelas, com vários tamanhos e preços. Tratei logo de comprar uma outra menor para mim e uma para uma amiga que adora cozinha....
Não sei de onde são as minhas panelas, mas as mais tradicionais são feitas no Espírito Santo, da mesma forma como eram feitas há 400 anos atrás.
Vale a pena conhecer o processo como são confeccionadas para dar valor àquilo que é feito na nossa terra. Se pensarmos nesse processo, o preço que pagamos é até baixo, o problema é que quem ganha o dinheiro das panelas não são as paneleiras, porque elas vendem por um preço bem baixo, e sim os atravessadores.



Enfim, mesmo tendo comprado a minha primeira panela há quase um ano nunca havia usado. Ela foi inaugurada em grande estilo, com uma super moqueca baiana, mas não fui eu quem fiz a tal iguaria. Quem estreou a minha panela foi meu tio no almoço do Ano Novo. Meu tio que, aliás, é também meu padrinho e cozinha muuuito!
A moqueca ficou ótima, foi cozida no tempo dela e enquanto isso fizemos o que deveríamos fazer: fomos beliscando umas coisinhas, batendo papo e apreciando o tempo juntos. A receita desta vez não é minha, é do tio, mas também é muito boa. Para quem tiver interesse em conhecer um pouco mais sobre moqueca, este prato tão típico do Brasil, clique aqui. A receita está logo abaixo. Alex, acho que é isso, né? Se não for, me corrija.

Moqueca de Peixe à Baiana


Ingredientes:
8 posta de badejo (ou outro peixe de carne firme)
Sal, pimenta e limão para o tempero do peixe
1/5 Kg de camarão limpo
3 tomates em rodelas
2 pimentões em rodelas
2 cebolas em rodelas
Azeite de oliva a gosto
Sal e pimenta à gosto
1 vidro (200 ml) de leite de coco
Coentro à gosto
Azeite de dendê à gosto (mas com cuidado)

Preparo: Temperar o peixe e os camarões e deixar tomar gosto por meia hora. Fazer na panela de barro uma "cama" com metade dos tomates, cebolas e pimentões. Colocar as postas de peixe sobre esta cama e cobrir com o restante dos tomates, cebolas e pimentões. Vá temperando entre as camadas com sal e pimenta. Regar com azeite de oliva, polvilhar o coentro picadinho e levar ao fogo, até que o peixe cozinhe e o líquido reduza um pouco. Neste momento acrescentar o leite de coco e o dendê e deixar ferver mais um pouco. Quando estiver quase na hora de servir acrescente o camarão e cozinhe por, no máximo, mais 5 minutos. Sirva com arroz branco.
Show de bola......

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Spaguetti alla Putanesca

A receita escolhida para participar do desafio La Pasta do blog Quattro Ragazze Brasiliane foi Spaghetti Alla Putanesca, receita típica da região de Campania, cuja cidade mais famosa é Napolis, que dizem ser a cidade de origem da receita. É uma das massas mais conhecidas no mundo e a história do molho é bem interessante. Reza a lenda que este molho foi inventado pelas moças de vida difícil de Nápolis (por isso se chama putanesca). E a vida era difícil mesmo, pois fora criado na época da guerra, onde a falta de comida faz com que a criatividade entre em prática. Como a região de Campania é produtora de peixe, nada mais óbvio que usar peixe para um molho de macarrão. E peixe em conserva, anchova, que durava mais tempo que o fresco. Os outros produtos, também em conserva (alcaparras, azeitonas), fazem com que este prato tenha sabor forte, possa ser feito com aquilo que tem na despensa (e que pode ser armazenado), de forma rápida e seduz a quem come (dizem que esse era o outro objetivo desta receita, seduzir os clientes). E não é que dá certo? Quem saboreia se apaixona.
Outra lenda a respeito desta receita diz que foi criada por uma mulher que traia o marido e tinha medo que o marido chegasse antes do jantar estar pronto, e ela precisava de uma receita rápida para não se atrasar. Será?
Enfim, esta é uma das minhas preferidas, me lembra quando eu vinha de Itu para São Paulo com a minha mãe para visitar meu pai e ela me levava para almoçar em um restaurante que já não existe mais em São Caetano, chamado Mama Mina. Foi lá que comi este prato pela primeira vez, ainda me lembro do cheiro, marcante... mas a massa não era spaghetti, não me lembro qual era, mas lembro bem que minha mãe pedia massa à putanesca e eu pedia lasanha e dividíamos as porções, um pouco de cada no meu prato e eu ficava feliz...
A diferença da minha receita é que fiz com spaghetti nero sépia, que achei que combinava bem com este molho, por ser a massa feita com tinta de lula. E fica com um visual lindo.
Segue a receita.


Spaghetti Alla Putanesca

Ingredientes:
(para 3 porções)
300g de spaghetti
(molho)
1 vidro de molho de tomates com alcaparras
30g de anchovas em óleo
2 colheres (sopa) de azeite
1 colher (café) de pimenta calebresa seca
1 colher (café) de erva doce
3 colheres (chá) de alcaparras
10 azeitonas pretas, picadas
1 dente de alho, picado
1/2 colher (sopa) de orégano
2 colheres (sopa) de salsa fresca, picada


Modo de Preparo: Coloque o spaghetti para cozinhar conforme instruções da embalagem. Coloque o azeite em uma panela e frite o alho, sem deixar escurecer. Junte as anchovas e a erva doce, frite por mais um minuto. Junte o molho de tomates e deixe ferver. Acrescente o orégano, a pimenta calabresa, as azeitonas e as alcaparras. Retire a massa "al dente" do fogo, escorra e passe para a panela com o molho para que termine o cozimento. Junte a salsa picada e sirva a seguir.

P.S.: Visitem o Quattro Ragazze Brasiliane Nella Cucina Italiana, vejam as regras do desafio La Pasta e participem!

Fonte: http://mangiachetefabene.wordpress.com/2007/05/29/spaghetti-alla-puttanesca/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Massa_puttanesca

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Desafio Intercâmbio Culinário Parte 2 - Caladinhos

Agora sim, publico na data certa a minha receita! Assim que soube deste intercâmbio fiquei doidinha para participar, apesar do receio de fazer uma receita que não conhecia. Pensei, "ai, e se forem receitas com ingredientes que eu não gosto?" Mesmo assim, corri para a minha amiga Nana e pedi para que ela me avisasse se soubesse de alguém que pudesse fazer dupla comigo. Ela prontamente me indicou a Bela e eu fui lá, visitá-la e propor o "negócio". A Bela, um doce de pessoa, aceitou na mesma hora e eu fiquei muito contente. Trocamos e-mail com as receitas e mais que isso, "batemos papo" via internet como comadres que se conhecem há tempos. Este intercâmbio é mais que simplesmente troca de receitas, é troca de cultura, conhecimento e principalmente formador de amigos. Só isto já me deixou feliz em participar. Das receitas que a Bela me enviou escolhi uma de biscoitos (digo que não sou uma pessoa que faça muitos, devo ter feito duas vezes em toda minha vida de cozinheira), mas desafio é desafio e lá fui eu fazer os Caladinhos. Escolhi esta receita pois me pareceu muito fácil e era um biscoito com limão, aí me pegou, adoro limão. Além disso, há o fato da história da receita que é bem interessante. Segue na íntegra, conforme me foi passada pela Bela.

Caladinhos


Os Caladinhos são uma espécie de biscoitos, de consistência mole, com uma forma arredondada e achatada. São feitos de farinha, açúcar, ovos e são divinais para lanche ou chá.


A história dos Caladinhos é bastante engraçada, conta-se que:
Em 1934 vivia-se em clima de ditadura em Portugal, um dia à noite em Santa Maria da Feira (meu Concelho), Augusto Padeiro e seus empregados estavam a fazer biscoito sortido, com a forma arredondada e achatada, quando foram visitados pela polícia do regime (a PIDE). Augusto Padeiro, com medo, disse aos seus empregados: "Shiu! Calados!"
Um dos elementos da polícia perguntou "Porque disse Calados???" O Augusto Padeiro respondeu:
"Porque estamos a fazer calados. Estes biscoitos são os caladinhos!" E assim ficou.


A receita é a seguinte:

Caladinhos

Ingredientes:
4 ovos inteiros
250g de manteiga derretida
250g de açúcar
700g de farinha de trigo
Raspas e sumo de 1 limão

Preparo: Misturar tudo e depois fazer bolinhas com as mãos ou com a ajuda de duas colheres. Levar ao forno (pré-aqueci por 15 minutos, 180ºC), num tabuleiro forrado com papel-manteiga durante 10 a 15 minutos.

Eu não sabia se tinha que esperar dourar ou não tirei branquinhos e levemente dourado por baixo. Enviei as fotos para a Bela e ela confirmou que eram daquele jeito mesmo.

Rendimento: em torno de 40 unidades (meia receita)

Minhas modificações:
Fiz apenas meia receita, só o limão que usei que usei inteiro, e ainda achei que mais 1 iria bem. Acrescentei ainda 1/4 de casca de limão no sal picada em pequenos cubos. O sabor acentuado do limão siciliano fez diferença, ficou com sabor muito bom. Além disso, como dá para ver nas fotos, mudei o formato dos biscoitos. A massa permite isso, apesar de ser molinha dá para modelar os biscoitos tranquilamente.

Resultados obtidos:
Assim que saíram do forno peguei alguns e adorei. Minha filha e marido também gostaram. O que aconteceu? No dia seguinte perto da hora do almoço já não havia mais biscoitos na lata. O detalhe importante: fiz os caladinhos às sete da noite do dia anterior, isso é bom sinal, não?

terça-feira, 1 de julho de 2008

Chá verde, chá preto, matcha...

Andando por aqui e ali, durante este quase 1 mês de blog, tenho visto muitas receitas utilizando chás japoneses. Matcha, sincha, bancha, chá verde, chá branco, são tantos tipos que acabou causando alguma confusão por aqui. Não sabia o que era o que, prá que servia, quais os benefícios. Pensando na minha confusão e que outros podem estar passando pelo mesmo problema, decidi pesquisar e escrever um pouco sobre o assunto. Não tenho a pretensão de fazer um tratado científico, só mesmo tentar conhecer um pouco mais deste mundo ainda desconhecido para os ocidentais.

Para começar a falar de chá, é preciso saber de onde vem. Os chás são produzidos a partir de folhas de uma planta chamada Camellia sinensis (em latim, significa camélia da china).
Originalmente recebeu o nome de Thea sinensis, que caiu em desuso após a verificação que este tipo de vegetal era muito semelhante aos vegetais da família das camélias. Então o nome da planta foi modificado, colocando no lugar de Thea, Camellia, que é o nome da família deste vegetal. A planta é uma árvore que pode chegar a 15 metros de altura, e é nativa das florestas do nordeste da Índia e sul da China.
Na verdade, o chá é a infusão das folhas desta planta.

Os chás produzidos a partir da Camellia sinensis recebem classificações diferentes devido aos diferentes modos de processamento a que são submetidos. A partir do momento em que as folhas da Camellia são colhidas, rapidamente começam a oxidar. As moléculas de clorofila vão se quebrando e as folhas vão escurecendo. A intenção é parar esse processo de oxidação para a obtenção dos diferentes tipos. Vale lembrar que a palavra usada neste processo é fermentação, mas na verdade a fermentação é a transformação através de microorganismos, o que de fato não acontece com as folhas de Camélia sinensis. A partir daí, os métodos de produção transformam as folhas em quatro tipos principais:

Chá Branco: folhas retiradas do arbusto quando este está com flores em botão, não sofrem o efeito da oxidação. Possui sabor mais suaves que os outros tipos, é considerado refrescante. Possui propriedades que colaboram com o retardo do envelhecimento (graças ao tanino presente em suas folhas), possui cafeína e é considerado auxiliar na redução de peso, por acelerar o metabolismo. Também há estudos de sua ação como anticancerígeno, diminuição das taxas de LDL (colesterol ruim)

Chá Verde: entra em oxidação, mas esta e suspensa pelo método de aplicação de calor úmido (vapor) - método tradicional japonês ou em bandejas quentes (método tradicional chinês). Possui cafeína, tem um sabor levemente amargo e basicamente as mesmas propriedades do chá branco.

Chá Oolong: de oxidação média, seu sabor, segundo especialistas, está entre o chá verde e o chá preto. Possui também menos cafeína que o chá preto e mais que o chá verde.

Chá Preto: também conhecido como chá vermelho (tradução do chinês), as suas folhas são colhidas e passam horas secando e submetidas o oxidação. A perda de água e a exposição ao oxigênio fazem com que a cor das folhas mude, o que remete à origem do seu nome.É o mais consumido no mundo e o que possui maior concentração de cafeína.

Outras Classificações:

Chá de plantação coberta: também conhecidos como Tencha, são chás produzidos em plantações parcialmente cobertas do sol. Estão nesta classificação o Giokuro (enrolado e processado - considerado o mais nobre dentre os chá de folhas enroladas), Matcha (produzido a partir de tencha triturado) e o Kikucha (feito com folhas e galhos restantes da colheita do giokuro, tostado a seco sob fogo).

Chá de plantação descoberta: feitos a partir daquilo que sobrou da colheita, com exposição solar. São de preparo mais fácil e muito consumidos. Estão entre esses o Sencha (enrolado e processado - quando de primeira colheita é conhecido como sincha -
novo chá ), Bancha (é o sencha colhido entre o verão e o outono, com sabor característico, possui menor quantidade de cafeína que outras variedades), Genmaicha (mistura de chá com arroz torrado), Hojicha (produzido a partir da mistura entre bancha e sencha ou kukicha, torrados)

Outros tipos:
Pu-ehr - chá oxidado, fermentado (ação de bactérias) e envelhecido.
Chá amarelo: chá processado como o chá verde, com um tempo mais curto de secagem. Considerado um chá nobre.

Curiosidades:
Segundo a história o hábito de tomar chá surgiu por acidente, quando o imperador chinês Shen Nong , após um acidente que sofreu realizando um experimento, o que lhe causou uma intoxicação gatrointestinal
, derrubou sem querer plantas sobre uma xícara de água fervente. O aroma vindo da xícara chamou sua atenção e ele acabou bebendo a mistura. E se curou da enfermidade provocada pelo experimento.

O hábito tão enraizado na cultura inglesa de tomar chá surgiu com uma portuguesa. Catarina de Bragança, filha de D. João VI, casou-se com Carlos II, inglês, e levou com ela uma arca de chás chineses, iniciando, desta forma, o consumo na corte inglesa.

Dica de preparo do chá verde:

Leve a água ao fogo e desligue antes da água ferver;
Coloque a água sobre as folhas (em bule ou caneca) e tampe por alguns minutos (costumo deixar 3 minutos)
O melhor é tomar o chá verde sem adoçar, se for adoçar, use mel (1 colher chá) ou açúcar mascavo, mais naturais.
Cada um tem a sua proporção de chá verde, eu uso 1 a 2 colheres (chá) das folhas para 250 ml de água.
O melhor mesmo é usar as folhas de chá e evitar os chás de saquinho.

Fontes de pesquisa:
http://pt.wikipedia.org
http://revistavivasaude.uol.com.br
http://www.linhabioslim.com.br
http://cha.web.simplesnet.pt
Related Posts with Thumbnails